Em entrevista, Mel Lisboa fala sobre trabalho com Fábio Assunção




Mel Lisboa falou sobre Fábio Assunção, seu colega de palco na peça Dogville, espetáculo em cartaz no Teatro Porto Seguro, em São Paulo, em entrevista ao jornalista Álvaro Leme, do CanAlvaro. A atriz contou como é a convivência com o colega na peça, dirigida por Zé Henrique de Paula.
“O Fábio é demais, ele é uma pessoa adorável. É impossível você não gostar dele, dá até raiva. Porque tem vezes que eu fico brava e não posso olhar para a cara dele para conseguir me manter brava, porque se eu olho eu falo ‘ah, tá bom Fábio’”.
No bate-papo, Mel conta que preferiu não ter contrato fixo com emissoras de televisão. “Faz muito tempo que eu não faço TV aberta, novela. É uma coisa enraizada na cabeça das pessoas a cultura das telenovelas, foram décadas e décadas de um domínio, mesmo. Mas de uns tempos pra cá as coisas estão mudando com os canais da internet, os streamings, várias outras opções”, conta.
40 ANOS
Com 37 anos completados em janeiro, Mel também foi questionada sobre como lida com a
proximidade dos 40 anos. “Estou um uma das melhores fases da minha vida. Eu gosto da maturidade, de ter mais sabedoria, de ter mais calma. De uns anos pra cá comecei a me preocupar em me alimentar bem, o que eu como é fundamental. Eu sou vegetariana há dois anos, parei de comer todo tipo de bicho”, afirma a atriz que completou 37 anos em janeiro.
MEDO DE ENGORDAR
“Eu já tive muita paranoia em engordar”, revela Mel ao ser perguntada se faz sacrifícios para manter o peso e a boa forma. “Desde a minha adolescência, ainda mais quando comecei a fazer televisão. Naquela época não existia essa consciência de aceitar seu corpo, movimentos contra a gordofobia, movimentos para se aceitar, de amar seu corpo. Só me curei dessa paranoia depois que engravidei do Bernardo e, quando eu relaxei, percebi que não tenho tendência de engordar, como moderadamente, estou mantendo meu peso e entendi que, na verdade, eu não precisava ter me preocupado com isso com a intensidade com que eu me preocupava”.

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